O paradoxo do nosso tempo é que nós gastamos mais, mas temos menos, compramos mais, mas desfrutamos menos. Temos casas maiores e famílias menores, mais conforto, mas menos tempo. Temos mais informação, mas menos conhecimento, mais perguntas, mas poucas respostas. Construímos mais computadores para armazenar mais informação, mas nos comunicamos uns com os outros cada vez menos. Temos mais bens, mas menos valores. Estamos agora muito tempo em quantidade, mas não em qualidade. Nós bebemos demais, fumamos demais, rir muito pouco, dirigimos rápido demais, e ficamos muito zangados, lemos muito pouco, assistimos TV demais.
Sabemos muito sobre a Lua e Marte, mas evita cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Somos donos do espaço exterior, mas o espaço não interior. Dizemos "sim" para um carro maior no showroom, mas "não" a um menino de rua sem-teto que tenta nos vender um saco de biscoitos.
Estes são os tempos de refeições rápidas e digestão lenta, de homens altos e caráter baixo, grandes lucros e relacionamentos rasos. Estes são os dias de casas luxuosas, mas lares defeituosos. Estes são os tempos de mais lazer, mas menos diversão, e pessoas com a alma egoístas. ..
(Adapted from "The Paradox for Our Time", by Dr. Bob Moorehead, in Words Aptly Spokem, 1995.")

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